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segunda-feira, 4 de julho de 2016

#AcontecenoMaurício

Férias no Blog
Todo ano durante as férias acabamos mantendo as postagens, mesmo com adaptações, mas neste ano combinamos entrar de férias.
Isso mesmo, combinamos que vamos dar uma parada e voltarmos com carga total em agosto.
Pedimos desculpas e desde já esperamos contar com sua ajuda.
Vamos ler, brincar, ficar com a família, amigos, alguns vão viajar, outros ficarão no próprio bairro, assistir filmes e porque não dizer, não fazer nada.
Ótimas férias para todos e esperamos nos encontrar daqui a pouco.
Tudo de bom e aproveite a vida na forma que conseguir.
Ficaremos com saudades e gostaríamos de agradecer por prestigiar nosso trabalho: Evelyn, Andrei, Kaynã, Luane, Emelyn, Giulliana, Nicole, Stephany, Guilherme, Maria Eduarda, Rafael Pereira, Rafael, Charlie, Karina, Davi, Leonardo, Isabelly, Vitória, Julia Maria, Yasmin, Yasmin Feliciano, Matheus, Leonardo, Mariane e Professora Andréia Viçoso.
Tudo de bom e aproveite a vida na forma que conseguir.
Equipe Blog do Maurício 

domingo, 3 de julho de 2016

#CantinhodaCultura

Jongo

Nessa sexta-feira passada  01/07/2016, tive a oportunidade de participar de uma roda de Jongo no Centro de Formação Cultural da Cidade Tiradentes com o grupo Jongo de Guaianás. Eu nunca tinha ouvido falar nessa dança e qual o seu objetivo. A experiência foi incrível! No momento que entrei na roda e dancei lembrei dos leitores do #CantinhodaCultura.
 E hoje, irei dividir com vocês mais uma tradição que aprendi :)
O jongo, ou caxambu é um ritmo que teve suas origens na região africana do Congo-Angola. Chegou ao Brasil-Colônia com os negros de origem bantu trazidos como escravos para o trabalho forçado nas fazendas de café do Vale do Rio Paraíba, no interior dos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.
A demanda por mão-de-obra para o trabalho na mineração e nas fazendas de café intensificou o tráfico negreiro. Com a decadência econômica de outras regiões do país, uma massa imensa de escravos imigrou para o Sudeste onde, em alguns momentos, mais da metade da população era formada por africanos, a maioria de ascendência bantu.
A influência da nação bantu foi fundamental na formação da cultura brasileira.Para acalmar a revolta e o sofrimento dos negros com a escravidão e distrair o tédio dos brancos, os donos das isoladas fazendas de café permitiam que seus escravos dançassem o jongo nos dias dos santos católicos.
Para esses negros africanos e seus filhos, o jongo era um dos únicos momentos permitidos de trocas e confraternização.
O jongo é uma dança profana para o divertimento, mas uma atitude religiosa permeia a festa. Antigamente, só os mais velhos podiam entrar na roda. Os jovens ficavam de fora observando. Os antigos eram muito rígidos com os mais novos e exigiam muita dedicação e respeito para ensinar os segredos ou “mirongas” do jongo e os fundamentos dos seus pontos.
Os pontos do jongo têm linguagem metafórica cifrada, exigindo muita experiência para decifrar seus significados.Os jongueiros eram verdadeiros poetas-feiticeiros, que se desafiavam nas rodas de jongo para disputar sabedoria. Com o poder das palavras e uma forte concentração, buscavam encantar o outro por meio da poesia do ponto de jongo. Quem recebesse um ponto enigmático tinha que decifrá-lo na hora e respondê-lo (“desatar o ponto”). Caso contrário, ficava enfeitiçado, “amarrado”, chegando a desmaiar, perder a voz, se perder na mata, ou até mesmo morrer instantaneamente. Atualmente esses fatos não acontecem mais.
O jongo é uma dança dos ancestrais, dos pretos-velhos escravos, do povo do cativeiro, e por isso pertence à “linha das almas”. Contam que aquele que tem a “vista forte” é capaz de enxergar um antigo jongueiro falecido se aproximar da roda para relembrar o tempo em que dançava o caxambu.
Contam também que alguns jongueiros, à meia-noite, plantavam no terreiro uma muda de bananeira que, durante a madrugada, crescia e dava frutos distribuídos para os presentes.
Até hoje, alguns núcleos familiares de afro-descendentes persistem em manter viva a tradição do jongo.
 jongodaserrinha.org
Saiba mais sobre o Jongo. Assiste o vídeo, vai.
                         
 Me sinto realizada por sempre poder aprender mais e dividir com vocês!
Espero que tenham gostado e viva a diversidade cultural! 
Evelyn
Equipe Blog do Maurício

sábado, 2 de julho de 2016

#TalentosdoMaurício

Acabamento necessário
Hoje temos o prazer de apresentar um talento de grande importância, pois requer competência para ser desenvolvida e deixar a marca no lugar onde é feito.
Estamos falando do Senhor João, nosso querido Agente de Apoio, quem voltou a suas atividades na escola.
Ser azulegista.
Vamos conferir?
Como descobriu esse talento?
Na escola mesmo.
Com quantos anos começou?
Com 35 anos.
No começo teve alguma dificuldade?
Tive muitas sim, pois é preciso ter conhecimento de Matemática.
O que as pessoas falam?
A maioria das vezes recebo elogios.
Já ocorreu algum acidente?
Já sim.
Qual seu maior sonho?
Meus filhos fazendo faculdade.
Uma dica para nossos leitores.
Escolha bem seu candidato quando for votar.
Quem sabe agora você possa decorar o azulejo e chamar o Senhor João para colocá-los?
Isabelly / Vitória
Equipe Blog do Maurício

sexta-feira, 1 de julho de 2016

#Metrópole



BIG Festival
O BIG festival é o maior festival de videogames de independentes  América latina.
O evento ocorrerá no Centro Cultural São Paulo, próximo à estação Vergueiro do metrô.
O evento catraca livre vai contar com exposições de mais de 60 jogos, palestras de negócios e premiações. O BIG festival, um dos maiores do mundo voltado a títulos indie, busca fortalecer a produção nacional de games capacitando profissionais e expondo o trabalho de desenvolvedores nacionais de jogos. O festival conta com a exposição de 40 games finalistas, que podem ser experimentados pelo público.
O que?
Festival de games independentes
Quanto?
Catraca livre
Onde?
Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1000
Liberdade
São Paulo
(11) 3397 4002
Estação Vergueiro (metrô – Linha 1 Azul )
De 25/06 a 03/07 Sábados e domingos das 14:00 às 22:00
De 28/06 a 01/07 terças, quartas, quintas e sextas das 10:00 às 22:00

Veja a criação de nosso primeiro jogo:
Karina /Rafael
Equipe Blog do Maurício

quinta-feira, 30 de junho de 2016

#MomentoLeitura



Mudando de casca
Timor é um garoto de 14 anos que ainda não cresceu. Tem corpo e cara de criança. Sua família está enfrentando dificuldades; com o avô viúvo que paquera a vizinha, uma irmã mais velha e distante, o irmão caçula mimado e a mãe estressada.
Depois da morte de seu ídolo, Senna, tudo parece ainda pior para Timor.
Entre outros problemas com colegas, o garoto se apaixona por Majel, uma das garotas mais bonitas e inteligentes da escola. Inspirado pelo avô, Timor resolve tentar ser mais autoconfiante e passa a mandar bilhetes diários para a menina, com poesias que recolhe da biblioteca.
Ela realmente se apaixona pelo enamorado anônimo, que continua a mandar por meses as notas. No final de muitas peripécias, Timor prefere fazer as coisas à sua maneira; passa a estudar muito, atraindo a atenção de Majel de outra maneira.
Ficha técnica:
Título: Mudando de casca
Autor: Giselda Laporta Nicolelis
Editora: Moderna
http://www.livrariacultura.com.br/p/mudando-de-casca-3130316

Quadrinho

Andrei / Davi / Kaynã / Giulliana

Equipe Blog do Maurício