Todo ano durante as férias acabamos mantendo as
postagens, mesmo com adaptações, mas neste ano combinamos entrar de férias.
Isso mesmo, combinamos que vamos dar uma parada e
voltarmos com carga total em agosto.
Pedimos desculpas e desde já esperamos contar com sua
ajuda.
Vamos ler, brincar, ficar com a família, amigos, alguns
vão viajar, outros ficarão no próprio bairro, assistir filmes e porque não
dizer, não fazer nada.
Ótimas férias para todos e esperamos nos encontrar daqui
a pouco.
Tudo de bom e aproveite a vida na forma que conseguir.
Ficaremos com saudades e gostaríamos de agradecer por
prestigiar nosso trabalho: Evelyn, Andrei, Kaynã, Luane, Emelyn, Giulliana,
Nicole, Stephany, Guilherme, Maria Eduarda, Rafael Pereira, Rafael, Charlie,
Karina, Davi, Leonardo, Isabelly, Vitória, Julia Maria, Yasmin, Yasmin
Feliciano, Matheus, Leonardo, Mariane e Professora Andréia Viçoso.
Tudo de bom e aproveite a vida na forma que conseguir.
Nessa sexta-feira passada 01/07/2016, tive a oportunidade de participar de uma roda de Jongo no Centro de Formação Cultural da Cidade Tiradentes com o grupo Jongo de Guaianás. Eu nunca tinha ouvido falar nessa dança e qual o seu objetivo. A experiência foi incrível! No momento que entrei na roda e dancei lembrei dos leitores do #CantinhodaCultura.
E hoje, irei dividir com vocês mais uma tradição que aprendi :)
O jongo, ou caxambu é um ritmo que teve suas origens na região
africana do Congo-Angola. Chegou ao Brasil-Colônia com os negros de
origem bantu trazidos como escravos para o trabalho forçado nas fazendas
de café do Vale do Rio Paraíba, no interior dos estados do Rio de
Janeiro, Minas Gerais e São Paulo.
A demanda por mão-de-obra para o trabalho na mineração e nas fazendas
de café intensificou o tráfico negreiro. Com a decadência econômica de
outras regiões do país, uma massa imensa de escravos imigrou para o
Sudeste onde, em alguns momentos, mais da metade da população era
formada por africanos, a maioria de ascendência bantu.
A influência da nação bantu foi fundamental na formação da cultura
brasileira.Para acalmar a revolta e o sofrimento dos negros com a
escravidão e distrair o tédio dos brancos, os donos das isoladas
fazendas de café permitiam que seus escravos dançassem o jongo nos dias
dos santos católicos.
Para esses negros africanos e seus filhos, o jongo era um dos únicos momentos permitidos de trocas e confraternização.
O jongo é uma dança profana para o divertimento, mas uma atitude
religiosa permeia a festa. Antigamente, só os mais velhos podiam entrar
na roda. Os jovens ficavam de fora observando. Os antigos eram muito
rígidos com os mais novos e exigiam muita dedicação e respeito para
ensinar os segredos ou “mirongas” do jongo e os fundamentos dos seus
pontos.
Os pontos do jongo têm linguagem metafórica cifrada, exigindo muita
experiência para decifrar seus significados.Os jongueiros eram
verdadeiros poetas-feiticeiros, que se desafiavam nas rodas de jongo
para disputar sabedoria. Com o poder das palavras e uma forte
concentração, buscavam encantar o outro por meio da poesia do ponto de
jongo. Quem recebesse um ponto enigmático tinha que decifrá-lo na hora e
respondê-lo (“desatar o ponto”). Caso contrário, ficava enfeitiçado,
“amarrado”, chegando a desmaiar, perder a voz, se perder na mata, ou até
mesmo morrer instantaneamente. Atualmente esses fatos não acontecem
mais.
O jongo é uma dança dos ancestrais, dos pretos-velhos escravos, do
povo do cativeiro, e por isso pertence à “linha das almas”. Contam que
aquele que tem a “vista forte” é capaz de enxergar um antigo jongueiro
falecido se aproximar da roda para relembrar o tempo em que dançava o
caxambu.
Contam também que alguns jongueiros, à meia-noite, plantavam no
terreiro uma muda de bananeira que, durante a madrugada, crescia e dava
frutos distribuídos para os presentes.
Até hoje, alguns núcleos familiares de afro-descendentes persistem em manter viva a tradição do jongo. jongodaserrinha.org Saiba mais sobre o Jongo. Assiste o vídeo, vai.
Me sinto realizada por sempre poder aprender mais e dividir com vocês!
Espero que tenham gostado e viva a diversidade cultural!
Hoje temos o prazer de apresentar um talento de grande
importância, pois requer competência para ser desenvolvida e deixar a marca no
lugar onde é feito.
Estamos falando do Senhor João, nosso querido Agente de
Apoio, quem voltou a suas atividades na escola.
Ser azulegista.
Vamos conferir?
Como descobriu esse talento?
Na escola mesmo.
Com quantos anos começou?
Com 35 anos.
No começo teve alguma dificuldade?
Tive muitas sim, pois é preciso ter conhecimento de
Matemática.
O que as pessoas falam?
A maioria das vezes recebo elogios.
Já ocorreu algum acidente?
Já sim.
Qual seu maior sonho?
Meus filhos fazendo faculdade.
Uma dica para nossos leitores.
Escolha bem seu candidato quando for votar.
Quem sabe agora você possa decorar o azulejo e chamar o
Senhor João para colocá-los?
O BIG festival é o maior festival de videogames de
independentesAmérica latina.
O evento ocorrerá no Centro Cultural São Paulo, próximo à
estação Vergueiro do metrô.
O evento catraca livre vai contar com exposições de mais
de 60 jogos, palestras de negócios e premiações. O BIG festival, um dos maiores
do mundo voltado a títulos indie, busca fortalecer a produção nacional de games
capacitando profissionais e expondo o trabalho de desenvolvedores nacionais de
jogos. O festival conta com a exposição de 40 games finalistas, que podem ser
experimentados pelo público.
O que?
Festival de games independentes
Quanto?
Catraca livre
Onde?
Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1000
Liberdade
São Paulo
(11) 3397 4002
Estação Vergueiro (metrô – Linha 1 Azul )
De 25/06 a 03/07 Sábados e domingos das 14:00 às 22:00
De 28/06 a 01/07 terças, quartas, quintas e sextas das
10:00 às 22:00
Timor é um garoto de 14 anos que ainda não cresceu. Tem
corpo e cara de criança. Sua família está enfrentando dificuldades; com o avô
viúvo que paquera a vizinha, uma irmã mais velha e distante, o irmão caçula
mimado e a mãe estressada.
Depois da morte de seu ídolo, Senna, tudo parece ainda
pior para Timor.
Entre outros problemas com colegas, o garoto se apaixona
por Majel, uma das garotas mais bonitas e inteligentes da escola. Inspirado
pelo avô, Timor resolve tentar ser mais autoconfiante e passa a mandar bilhetes
diários para a menina, com poesias que recolhe da biblioteca.
Ela realmente se apaixona pelo enamorado anônimo, que
continua a mandar por meses as notas. No final de muitas peripécias, Timor
prefere fazer as coisas à sua maneira; passa a estudar muito, atraindo a
atenção de Majel de outra maneira.