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quinta-feira, 17 de outubro de 2019

#Planeta Verde

Precisamos parar com as queimadas!!!
Não podemos destruir nosso patrimônio.
Afinal não é área de um grupo e sim do mundo.
Será que os interesses de uma minoria pode ser maior do que uma população?
Ellaine e Ewellin
Imprensa Jovem do Maurício

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

#Planeta Verde


Como estamos cuidando da água?
http://bibocaambiental.blogspot.com/2014/09/porque-e-importante-cuidar-da-agua.html
A poluição das águas é qualquer alteração em suas características físicas, químicas e biológicas que possa causar prejuízo à saúde da população, comprometer a fauna e a utilização das águas para usos benéficos. Milhares de rios são poluídos por todo o mundo todos os dias, o que representa um problema socioambiental bastante grave.
A expansão urbana desordenada, aliada ao desenvolvimento da indústria e das atividades agrícolas são as principais causas da poluição dos rios. As atividades domésticas, industriais e comerciais geram poluentes característicos que influenciam de diferentes formas a qualidade das águas.
A poluição dos rios pode ser química, física ou biológica. A poluição química é caracterizada por dois tipos de poluentes: biodegradáveis (produtos químicos que são decompostos pela ação de bactérias ao final de um tempo, como detergentes e inseticidas) e persistentes (persistem no meio ambiente e nos organismos vivos, sendo tóxico para estes, como o mercúrio). A poluição física altera as características físicas da água, a principal é a poluição por sólidos. A biológica é a contaminação da água por organismos patogênicos (bactérias, vírus, vermes, etc.).
Várias são as fontes poluidoras dos rios, entre as quais se destaca o lançamento de esgotos residenciais, industriais e hospitalares não tratados. Esse esgoto aumenta a quantidade de matéria orgânica na água e consome oxigênio em seu processo de decomposição, causando a morte de peixes e outros organismos aquáticos. Além disso, causa mal cheiro e representa um risco a saúde publica, pois é constituído por vários micro-organismos patogênicos.
Outra fonte poluidora é o depósito de lixo nos rios. Esse lixo é formado por resíduos sólidos, principalmente residenciais e industriais. O lixo vai se acumulando, provoca o assoreamento dos rios e pode chegar ao ponto de não permitir o fluxo da água para locais onde o rio é canalizado, provocando enchentes quando ocorrem chuvas intensas.
O uso de defensivos agrícolas é a principal causa de poluição dos rios no meio rural. Os agrotóxicos usados acumulam-se no solo e são direcionados aos rios pela água das chuvas, onde intoxicam e matam diversos seres vivos. Os fertilizantes contêm em sua composição nitrogênio e fósforo, que quando atingem os rios provocam o desenvolvimento de uma superpopulação de algas, causando a eutrofização das águas. Esse tipo de poluição também é causado por indústrias de fertilizantes que lançam seus efluentes nos rios.
No Brasil, quase todos os rios possuem algum tipo de poluição. Entre os mais poluídos estão os rios Tietê, Iguaçu, Ipojuca, dos Sinos, das Velhas e Doce. Algumas possíveis estratégias para evitar e diminuir a poluição dos rios é a implantação de sistemas de coleta e tratamento de esgotos, recuperação e revitalização dos cursos d’água, controle dos usos e ocupação do solo e correto manejo de resíduos sólidos. Além disso, conscientizar a população a respeito dos problemas causados pela poluição dos rios é fundamental.
Infelizmente estamos cuidando muito mal da água, será precisaremos perder para entender?
Mariane
Equipe Blog do Maurício

terça-feira, 28 de agosto de 2018

#Planeta Verde


Qual o impacto da poluição do ar na saúde?
  Nove em cada dez pessoas respiram ar contaminado no mundo de acordo com o mais recente relatório da OMS, publicado em 2018. A agência da ONU estima que sete milhões de pessoas morram anualmente em decorrência da má qualidade do ar. E no Brasil? O mesmo levantamento fala em 50 mil mortes por ano, mas alguns pesquisadores acreditam que o número pode ser maior. De acordo com pesquisas do médico patologista Paulo Saldiva, professor da Faculdade de Medicina da USP, o morador de São Paulo, por exemplo, perde em média um ano e meio de vida por causa da poluição. Viver na capital paulista seria equivalente a fumar quatro cigarros por dia.
As mortes ocorrem principalmente devido à inalação dos gases e à exposição a partículas finas que penetram profundamente nos pulmões e no sistema cardiovascular, podendo causar acidentes vasculares cerebrais, doenças cardíacas, câncer de pulmão, doenças pulmonares obstrutivas crônicas e infecções respiratórias, incluindo pneumonia.
No final de maio, a greve dos caminhoneiros ajudou a ilustrar como a qualidade do ar é afetada pelos transportes. De acordo com Saldiva, houve uma redução de 50% na poluição do ar em São Paulo durante o sétimo dia de paralisação. “Esse é um episódio raro e vamos estudar suas consequências na saúde pública. Quem sabe essas evidências quantitativas sirvam de argumento para a criação de políticas públicas”, disse.
De acordo com a comparação dos dados diários sobre poluição atmosférica medidos pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), os índices de poluição aumentaram quando houve a liberação do rodízio, seguidos de uma forte queda após a falta de combustível e a redução de carros e a frota de ônibus nas ruas.
Ao optar pelo carro em vez do ônibus, uma pessoa contribui com 45 vezes mais emissões de dióxido de carbono na atmosfera (gás que contribui para o aquecimento do planeta) e 30 vezes mais de monóxido de carbono (gás tóxico e poluente). Sem contar o aumento de uma vez e meia de óxido de nitrogênio e o triplo de material particulado, que afetam os pulmões e provocam danos à saúde. 
Eu, Mariane, gostaria de lembrar que tudo que fazemos contra o meio ambiente acaba prejudicando cada um de nós.
 Mariane
Equipe Blog do Maurício

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

#Planeta Verde


Economia de água: Dicas para consumir sem desperdícios
https://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente/afinal-qual-real-importancia-da-agua-para-vida/

Voltando das férias e felizes que voltou a chuva, mas ela não será o suficiente para reabastecer os reservatórios de água do estado de São Paulo.
E você o que vem fazendo para economizar a água?
Banho menos demorado?
Só lavando quintais com água em reuso?
Aqui você pode aprender a fazer a sua parte evitando desperdício e garantindo economia na conta de água!
É importante saber: Nas contas de água todo o volume registrado pelo hidrômetro é considerado consumo e esse aparelho apura estes três fatores:
Consume efetivo - O que é percebido como consumo real. Varia de acordo com as necessidades em cada domicílio.
Desperdício- Perdas voluntárias durante as atividades domésticas e causadas pelo mau uso da água e por maus hábitos.
Por isso é tão importante evitar desperdícios de água e reparar os vazamentos para conseguir reduzir os valores das suas contas.
Faça sua parte!!!
Milena / Emilly
Equipe Blog do Maurício

domingo, 1 de julho de 2018

#Planeta Verde


Pichação: também problema ambiental
No Brasil, existe uma diferença entre o grafite e a pichação. Ambas tendem a alimentar discussões acerca dos limites da arte, sobre arte livre ou arte-mercadoria e liberdade de expressão. 
O grafite, em princípio, é bem mais elaborado e de maior interesse estético, sendo socialmente aceito como forma de expressão artística contemporânea, respeitado e mesmo estimulado pelo Poder Público. Já a pichação é considerada essencialmente transgressiva, predatória, visualmente agressiva, contribuindo para a degradação da paisagem, vandalismo desprovido de valor artístico ou comunicativo. Costumam ser enquadradas nessa categoria as inscrições repetitivas, bastante simplificadas e de execução rápida, basicamente símbolos ou caracteres um tanto hieroglíficos, de uma só cor, que recobrem os muros das cidades. A pichação é, por definição, feita em locais proibidos e à noite, em operações rápidas, sendo tratada como ataque ao patrimônio público ou privado, e portanto o seu autor está sujeito a prisão e multa. O grafite atualmente tende a ser feito em locais permitidos ou mesmo especialmente destinados à sua realização.
Crime ambiental
No Brasil, a pichação é considerada vandalismo e crime ambiental, nos termos do artigo 65 da Lei 9.605/98 (Lei dos Crimes Ambientais), que estipula pena de detenção de 3 meses a 1 ano, e multa, para quem pichar, grafitar ou por qualquer meio conspurcar edificação ou monumento urbano
Todavia, os juízes vêm adotando a aplicação de penas alternativas, como o fornecimento de cestas básicas a entidades filantrópicas ou a prestação de serviços comunitários pelo infrator.
A grafia da pichação de São Paulo destaca-se por letras grandes e na vertical, com curvas e detalhes que fazem o diferencial de cada "pixação" (grafada com "x") e conhecida como "pixo" ou "tag reto".
Nos anos de 1970-1980, algumas pichações se tornaram bem conhecidas em São Paulo por serem pioneiras e vistas em várias partes da cidade, despertando a curiosidade das pessoas: "Cão Fila" (que às vezes era acompanhada de "Km 26") e "Juneca" (que depois passou a contar com a assinatura do parceiro "Pessoinha"), Cão Fila era de Tozinho, um proprietário de um canil no km 26 da Estrada do Alvarenga, em São Bernardo do Campo e Juneca se tornou nos anos seguintes um  grafiteiro conhecido.
Celacanto provoca maremoto
O título do episódio National Kid Contra os Seres Abissais, do seriado japonês National Kid, patrocinada pela National Electronics Inc e exibido pela televisão brasileira, durante a década de 1960), deu origem a uma famosa pichação.
No filme, um sinistro oceanógrafo adverte um grupo de garotos: "Não se aventurem nas profundezas dos oceanos. O celacantoquando se enfurece emite grandes ondas de ódio".  A frase, Celacanto provoca maremoto, aparentemente enigmática, tornou-se onipresente nos muros do Rio de Janeiro, em 1977.O autor da pichação era o jornalista carioca Carlos Alberto Teixeira, então com dezessete anos. Na mesma época, havia outra pichação, o Lerfá Mu. Os dois pichadores estudavam na  PUC-Rio  e inicialmente eram rivais. Inspirado nestas pichações foi lançado, em 1979, o filme Lerfá Mu escrito e dirigido por Carlos Frederico Rodrigues.
Infelizmente aqui na Cidade Tiradentes não é diferente e nem nossa escola. Várias marcas que acabam deixando a poluição visual por onde andamos.
Será que não existem outras formas de protestar?
Pense sobre isso e faça sua parte para o meio ambiente melhor.
Mariane e Geovana
Equipe Blog do Maurício

quinta-feira, 21 de junho de 2018

#Planeta verde

Diga não ao canudinho
Todos os dias, os americanos jogam fora 500 milhões de canudos de plástico – o suficiente para dar duas voltas na Terra ou encher 125 ônibus.
Isso significa que um americano médio vai usar mais de 35 mil canudos durante a vida.
No mundo todo, os canudos de plástico são o sexto tipo mais comum de lixo, de acordo com o Litteratim, aplicativo que identifica e mapeia o lixo, e estão entre os 10 principais itens de lixo marinho, de acordo com o grupo de defesa ambiental Oceano Conservacy.
Feitos a partir de combustíveis fósseis, quase nunca são reciclados por serem muito pequenos e compostos de vários tipos de plástico. Resultado: ao serem descartados, simplesmente contribuem para o enorme problema da poluição causada por todo tipo de plástico; estima-se que oito milhões de toneladas de plástico sejam lançadas nos oceanos por ano.
O sentimento anticanudinho chegou também ao Reino Unido, onde os canudos foram incluídos em um plano do governo para acabar com os resíduos plásticos até 2042. No ano passado, a cadeia de pubs Wetherspoons anunciou que substituiria os canudos de plástico pela alternativa em papel em seus mais de 900 pontos de venda. Após o anúncio, muitas cadeias e pubs menores do país seguiram o exemplo. De acordo com o diretor do Wetherspoons, John Huston, a mudança vai evitar o uso de 70 milhões de canudos de plástico por ano, e a reação dos clientes tem sido "muito positiva".
Oferecer alternativas ou tornar os canudos plásticos opcionais, em vez de proibi-los, é uma característica comum das campanhas. "Não queremos que as pessoas se sintam mal porque precisam ou mesmo querem usar um canudo", explica Jackie Nunes, fundadora da The Lat. Plástico Straw.
"Há muitas alternativas viáveis aos canudos de plástico descartáveis que são menos nocivas ao meio ambiente, à vida selvagem e aos seres humanos", lembra.
Algumas pessoas usam canudos para reduzir os danos aos dentes de bebidas açucaradas ou ácidas, ou por necessidades especiais. "Há pessoas com deficiência que me escrevem para contar que usam canudos reutilizáveis – muitos canudos reutilizáveis vêm com um recipiente para proteção", diz Milo Crês. “Há canudos reutilizáveis de vidro, aço inoxidável, cobre, bambu e vários outros materiais”.
Tradução de Clarisse Meireleshttps://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Mae-Terra/O-ultimo-canudo-chegou-a-hora-de-aposentar-os-tubinhos-de-plastico-/3/39290
Geovana
Equipe Blog do Maurício

quinta-feira, 14 de junho de 2018

#Planeta Verde

Devemos mudar em relação a comida
Na cozinha, cascas de frutas e talos de hortaliças são jogadas fora. No refeitório, as crianças enchem demais o prato, se distraem na conversa com os colegas e acabam não comendo tudo. O cardápio não agrada, mas nada é feito para mudar. Em sala de aula, o papo sobre a comida aparece eventualmente. Resultado: as refeições são pouco planejadas e geram muito desperdício. 
Os desafios para mudar esse cenário são muitos, mas as soluções também. "Diminuir a perda de alimentos e aproveitá-los melhor muitas vezes não exige gastos extras, apenas uma reorganização e o envolvimento de vários públicos", diz Mara Paris de Moura, formadora da Comunidade Educativa Ceda e autora do projeto institucional que acompanha esta reportagem.
O primeiro passa para a mudança diz respeito à atitude da equipe gestora em relação a esse tema. É essencial que o diretor dê suporte e mantenha um diálogo constante com a equipe da cozinha e preste atenção nas necessidades e nos comportamentos dos alunos e dos demais grupos que consomem a merenda. Ele deve saber orientar, por exemplo, a elaboração do cardápio (precisa ser diversificado, balanceado e prever diferentes preparos para um mesmo ingrediente), o armazenamento dos alimentos, a manipulação e a utilização racional dos produtos e o descarte das sobras e das embalagens. Como apoio a essas tarefas, o gestor pode buscar programas de formação e parcerias com especialistas, manter contato com os nutricionistas da Secretaria de Educação e com os membros do Conselho de Alimentação Escolar (CAE), órgão municipal que fiscaliza a aplicação dos recursos, as práticas sanitárias e a higiene.

No Brasil, anualmente, são desperdiçados 41 mil toneladas de alimentos, segundo Viviane Romeiro, coordenadora de Mudanças Climáticas do World Rasoures Instituto (WRI) Brasil, uma instituição de pesquisa internacional. Isso coloca o Brasil, segundo ela, entre os dez países que mais perdem e desperdiçam alimentos no mundo. Viviane participou do Sustainable Ford Sumir da América Latina, evento promovido pela Rede Seve Ford Brasil, na tarde de hoje (30), em São Paulo, e que discutiu a perda e o desperdício com alimentos em todo o mundo.

https://gestaoescolar.org.br/conteudo/102/sem-desperdicio-de-alimentos

http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-06/brasil-desperdica-40-mil-toneladas-de-alimento-por-dia-diz-entidade
http://uenfciencia.blogspot.com/2013/01/desperdicio-de-alimentos.html
Infelizmente aqui no Maurício Goulart sofremos, pois ocorre o desperdiço de alimentos, por parte dos alunos, além dos problemas guerras de comidas e frutas.

Além do desperdício, ainda temos a sujeira provocada por essa brincadeira irresponsável e sem nenhum respeito com os colegas.
Vamos colocar a mão na consciência e colocar em pratica aquilo que aprendemos ser o certo e não o errado.
Pense nisto!
Faça sua parte.
Geovana / Rapfaela
Equipe Blog do Maurício

quarta-feira, 30 de maio de 2018

#Planeta Verde

Falta de água
Este milênio que está começando, apresenta o grande desafio de evitar a falta de água. Um estudo recente da revista Science (julho de 2000) mostrou que aproximadamente 2 bilhões de habitantes enfrentam a falta de água no mundo. Em breve poderá faltar água para irrigação em diversos países, principalmente nos mais pobres. Os continentes mais atingidos pela falta de água são: África, Ásia Central e o Oriente Médio. Entre os anos de 1990 e 1995, a necessidade por água doce aumentou cerca de duas vezes mais que a população mundial. Isso ocorreu provocado pelo alto consumo de água em atividades industriais e zonas agrícolas. Infelizmente, apenas 2,5% da água do planeta Terra são de água doce, sendo que apenas 0,08% estão em regiões acessíveis ao ser humana
Causas da poluição da águas do planeta
As principais causas de deterioração dos rios, lagos e dos oceanos são: poluição e contaminação por poluentes e esgotos. O ser humano tem causado todo este prejuízo à natureza, através dos lixos, esgotos, dejetos químicos industriais e mineração sem controle.
Em função destes problemas, os governos preocupados, tem incentivado a exploração de aquíferos (grandes reservas de água doce subterrâneas). Na América do Sul, temos o Aquífero Guarani, um dos maiores do mundo e ainda pouco utilizado. Grande parte das águas deste aquífero situa-se em subsolo brasileiro.
Problemas gerados pela poluição da água
Estudos da Comissão Mundial de Água e de outros organismos internacionais demonstram que cerca de 3 bilhões de habitantes em nosso planeta estão vivendo sem o mínimo necessário de condições sanitárias. Um milhão não tem acesso à água potável. Em virtude desses graves problemas, espalham-se diversas doenças como diarreia, esquistossomose, hepatite e febre tifoide, que matam mais de 5 milhões de seres humanos por ano, sendo que um número maior de doentes sobrecarregam os precários sistemas de saúde destes países.
Soluções
Com o objetivo de buscar soluções para os problemas dos recursos hídricos da Terra, foi realizado no Japão, em março de 2003, o III Fórum Mundial de Água. Políticos, estudiosos e autoridades do mundo todo aprovaram medidas e mecanismos de preservação dos recursos hídricos. Estes documentos reafirmam que a água doce é extremamente importante para a vida e saúde das pessoas e defende que, para que ela não falte no século XXI, alguns desafios devem ser urgentemente superados: o atendimento das necessidades básicas da população, a garantia do abastecimento de alimentos, a proteção dos ecossistemas e mananciais, a administração de riscos, a valorização da água, a divisão dos recursos hídricos e a eficiente administração dos recursos hídricos.
Embora muitas soluções sejam buscadas em esferas governamentais e em congressos mundiais, no cotidiano todos podem colaborar para que a água doce não falte. A economia e o uso racional da água devem estar presentes nas atitudes diárias de cada cidadão. A pessoa consciente deve economizar, pois o desperdício de água doce pode trazer drásticas consequências num futuro pouco distante.
Dicas de economia de água: Feche bem as torneiras, regule a descarga do banheiro, tome banhos curtos, não gaste água lavando carro ou calçadas, reutilize a água para diversas atividades, não jogue lixo em rios e lagos, respeite as regiões de mananciais.
Dicas para ajudar a diminuir a poluição das águas: não jogar lixos em rios, praias, lagos, etc. Não descartar óleo de fritura na rede de esgoto. Não utilizar agrotóxicos e defensivos agrícolas em áreas próximas a fontes de água. Não lançar esgoto doméstico em córregos. Não jogar produtos químicos, combustíveis ou detergentes na água.
Nós, moradores da Cidade Tiradentes, também devemos fazer nossa parte no combate a preservação de nossa água.
Faça sua parte para o mundo melhor.
Imagem: http://blog.hidraulicapaulista.com.br/quais-sao-as-consequencias-da-falta-dagua/
Geovana
Equipe Blog do Maurício